segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Boas idéias

Hoje pela manhã, 06, o Programa Mais Você da Ana Maria Braga, mostrou como é possível fazer uma decoração linda e ecologicamente correta com material reciclável. Mas, é preciso organização e planejamento. Quem sabe no ano que vem dá tempo de fazer algo parecido aqui em Lages.

Veja que bacana:

Isso que é estratégia

A Record usar o SBT para bater a Globo em audiência. Foi isso que aconteceu na noite de ontem quando exibiram no final do programa Record Espetacular uma grande reportagem (50min) sobre a ascensão e os problemas enfrentados por Silvio Santos.





Boa parte da história narrada por Marcelo Rezende até é conhecida pelo público, mas inegavelmente a matéria prendeu a atenção do começo ao fim. A matéria ainda não está disponível no site da Record, mas de qualquer forma, deve aumentar a venda do livro com a biografia do “dono do baú” que às vésperas de completar 80 anos, colocou todo o seu patrimônio, mais de 40 empresas avaliadas em dois bilhões e setecentos mil reais para garantir que os dois bilhões e quinhentos milhões desviados do banco Panamericano não causem prejuízos aos clientes nem ao banco central.





Entenda o caso:
Crise no Panamericano

Qual a sua idade interior?

Olha, sem querer assustar, mas se eu fosse você fazia esse teste

Teste: qual a sua idade interior?


A página demora um pouco para carregar, mas considerando que você pode, a meu exemplo, dedicar algum tempo pensando que tem que mudar algumas coisas, vale a pena "perder" esse tempinho.

O canto da curucaca

Já escrevi o quanto gosto da chuva. Mas começar a semana com uma segunda ensolarada depois de um final de semana chuvoso é bem melhor. É bom ouvir o barulho das janelas e cortinas se abrindo, a dona de casa batendo o tapete na varanda (isso não é muito legal, afinal pra algum lugar vai a poeira), tem ainda os lava-carros cheios e no local de trabalho um casal de curucacas namorando bem em frente a sua janela.

Há alguns dias tenho ouvido um canto (??) diferente. Também não tenho certeza se é um casal e se estão mesmo namorando, talvez seja apenas a minha imaginação, mas é agradável pensar que seja isso.


É um contexto como este que me dá a sensação de estar no “interior”. Acho que isso, além do clima, estão entre as coisas que fizeram me apegar tanto a Lages.




A ave CURUCACA -“Theristicus caudatus” ou Buff-necked Ibis, também é conhecida regionalmente como Curicaca ou Caricaca, pertence a família Threskiornithidae assim como o nosso Coro-coró - “Mesembrinibis Cayennensis” ou Green Ibis e também a ave Íbis Sagrada – “Threskiornis Aethiopick”ou Sacred Ibis. Os Colhereiros – “Ajaia Aaja também pertencem a mesma família Threskiornithidae.

Segundo alguns relatos, o seu nome popular significa Ave das Araucárias.

As Curucacas tem costumes monogâmicos, preferem fazer seus ninhos no topo das araucárias e próximo as sedes das fazendas, onde se sentem mais seguras, criando normalmente um filhote ao ano, que sai do ninho quando tem praticamente o tamanho dos pais. Quando adultas chegam a 50 cm de altura e pesando em torno de 1,5 kg.

Características físicas
Distinguível pela coloração clara, asas largas, bico longo e curvo.

Alimentação
Alimentam-se preferencialmente de caramujos, insetos, aranhas e outros invertebrados, anfíbios e pequenas cobras.

Biologia e comportamento social
É diurna e crepuscular. Anda em pequenos grupos, que à noite se empoleiram nas árvores. Gosta de planar a grandes alturas por horas a fio.
Ao pousarem para dormir ou no clarear do dia, tanto os casais como as outras aves solteiras pertencente ao seu grupo, gritam muito alto, produzindo um dos sons mais notáveis da planície com propagação de centenas de metros.





Habitar
Normalmente são vistos em campos secos, alagados e pastagens. O Curicaca é protegido pelos agricultores como um controlador biológico, não deixando que se acentue o número de pequenos animais considerados nocivos. Têm como característica, residirem nos tradicionais pontos de pouso próximos a movimentação de pessoas, casas sede das fazendas ou hotéis de turismo, chamando à atenção por serem dóceis podendo vir comer na mão desde que lhe seja dada a comida adequada pelo seu tratador de costume. Seu nome popular é “Onomatopéico”, semelhante ao som do seu canto composto de gritos fortes.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Superação. Taí um tema que sempre me interessa. Aquele tipo de notícia boa de se produzir ou mesmo, apenas ler:

Estímulos na infância levam jovem com síndrome de down a fazer pós
01.12.2010 - Globo.com


Apaixonada por crianças, a jovem se formou em pedagogia e depois se especializou em educação infantil. Desinteressou-se pelo trabalho na área após alguns estágios. “Tem que ter paciência, lidar com os pais, que parece o mais difícil”, afirmou. Na empresa em que trabalha, Ana Carolina já passou por várias áreas e agora está no setor comercial.

Quem conversa com ela por telefone percebe uma ótima dicção e articulação perfeita entre palavras e ideias. A evolução intelectual foi fruto de intensos exercícios feitos pelos pais com a garota dos 6 aos 9 anos sob orientação médica.

“Era uma programação bem intensa. Rastejava, engatinhava, corria. Tinha estímulo dos cinco sentidos. Dou graças a Deus”, afirmou Ana Carolina, que fazia ainda jazz e natação como atividades extracurriculares.




A rotina, que incluía exercícios motores e lúdicos, era toda voltada ao desenvolvimento da filha, segundo a mãe da jovem, Gina Fruit, de 52 anos, que abandonou o trabalho como professora de educação física para cuidar da filha. “Era cansativo e desgastante. Às vezes, ela sofria, chorava, mas depois vimos o resultado”, disse Gina.

Questionada, Ana Carolina diz que as épocas da escola, que fez inteira em turmas comuns, da faculdade e da pós foram tranqüilas. “Nunca percebi preconceito. Tinha um relacionamento legal com meus colegas e professores”, afirmou.

Atualmente, a jovem é independente e mora com os pais porque quer. “Ela ganha mais do que muito pai de família. Está feliz e realizada”, disse Gina.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Brilho de Natal pra quê ou pra quem?

Falta menos de um mês para o Natal. E ontem, diante da insistência da minha filha fomos montar a decoração lá em casa. Assim que peguei a caixa e comecei a retirar as peças para montar a árvore ela me olhou com uma cara de decepção e disse: “só isso e é desse tamanho o pinheirinho, ano passado parecia maior”.

A minha resposta no impulso, foi dizer que ela, a minha filha, era menor no ano passado e talvez, por essa razão, o pinheiro parecesse maior. Mas depois fiquei pensando na estupidez da minha explicação, pois se existe uma motivação para decorar a casa e esperar pelo Papai Noel, é a minha filha, são as crianças de modo geral. Devo confessar que até já tinha pensado em renovar, pois há cinco faço a mesma decoração mas pensei ela – a minha filha – ainda é pequenina e nem entende direito o que isso significa . Não me lembro ao certo com que idade deixei de acreditar no Papai Noel ou se, eu apenas fingia que acreditava para não decepcionar minha mãe que por muitos anos tentou se fantasiar de bom velhinho. Mas ontem aprendi uma lição com a minha filha. Mais uma.



O fato é que certas experiências que vivemos quando criança e que logo se tornam sem graça, farão sentido quando nos tornamos pais. E assim, aquele discurso de que estamos apenas sendo induzidos pelo sistema capitalista selvagem, ou apenas reproduzindo velhas tradições cai por terra.

É lindo e renovador ver uma criança surpresa e envolvida com os preparativos para a chegada do Papai Noel. E é esse movimento que começa em casa, depois na escola e na maioria, quase absoluta das cidades, que enfeitam suas ruas que dão um sentido especial ao Natal.

Isso pelo lado emotivo, mas racionalmente analisando essa produção de natal requer preparação, planejamento e organização. No âmbito coletivo, pensando na cidade, é uma forma de proporcionar interação e encantamento não somente para crianças, mas, para os adultos, que no dia a dia trabalham para construir uma cidade melhor, um lugar do qual esperam que seus filhos um dia possam se orgulhar, afinal aqui sempre será sua terra “natal”. Acho que vou escrever uma cartinha, ou melhor, um email para Papai Noel. Vai que ele resolve aparecer aqui por Lages nem que seja somente lá por 2012. Afinal, o brilho de natal pode se renovar todos os anos.

Eu também sou assim..meio apatralhada

Vou começar a semana falando do Fofão. De novo. É interessante como certas coisas que começam pela falta de assunto acabam se tornando um fato. Foi o que aconteceu com o meu lindo e querido Fofão. Saiu do ostracismo. Literalmente. Veja a participação dele no programa da Eliana, ontem no SBT:



O Fofão é apenas um brinquedo, uma lembrança de infância. Mas ao olhar para o passado e para o presente, acordei com essa música do NX zero na cabeça: Espero a minha vez...